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Cirurgia robótica, a evolução da cirurgia

Um dos maiores avanços da medicina das últimas décadas, a primeira cirurgia robótica no Brasil foi realizada em 2008, em São Paulo, e vem ganhando cada vez mais espaço. Atualmente existem cerca de 80 plataformas robóticas distribuídas por todas as regiões do país. Trata-se de um método minimamente invasivo onde se utiliza de pequenas incisões para introdução da câmera e das pinças que são acopladas aos braços do robô. Porém, ao contrário do que muitos podem imaginar, o robô não opera sozinho, ele reproduz os movimentos realizados pelo cirurgião principal que o controla através de um console, posicionado próximo ao paciente, que possui joysticks e pedais que permitem o controle dos braços robóticos.

Para o cirurgião a plataforma robótica traz melhor ergonomia, imagem tridimensional e ampliada, o que nos permite uma melhor definição das estruturas, e facilita o acesso a locais de pouco espaço e de difícil abordagem por vias convencionais. Além disso, movimentos intuitivos, mais precisos e delicados permitem uma melhor dissecção das estruturas e otimiza o resultado de cirurgias reconstrutivas.A cirurgia robótica permite resultados oncológicos e funcionais superiores aos outros métodos. Nos casos de câncer de próstata, por exemplo, o paciente tem recuperação mais precoce da continência e da potência, enquanto nos casos de câncer de rim é possível realizar a ressecção de grandes massas tumorais com maior preservação do rim, algo que não era possível no passado.

Como toda nova tecnologia, existem inúmeros desafios para a sua implementação, desde os custos elevados até a necessidade de capacitação de toda equipe envolvida no processo. No entanto, os resultados surpreendentes deste tipo de procedimento tem justificado o investimento nesta tecnologia.